NOVO CORONAVÍRUS


As bibliotecas públicas do
Sistema Municipal, incluindo o Ônibus da Cultura, permanecerão fechados por
tempo indeterminado.
A
Prefeitura de São Paulo adotou novas medidas para evitar a proliferação do
coronavírus (Covid-19) na cidade. Entres elas, estão o
cancelamento de eventos do poder público, alvarás e autorizações emitidas para
eventos privados que gerem qualquer tipo de aglomeração, além do fechamento de
todos os equipamentos culturais municipais como Casas de Cultura, Teatros,
Centros Culturais, Bibliotecas e as Salas de Cinema do Circuito SP Cine por
tempo indeterminado.
Outras
informações sobre as medidas anunciadas, acesse http://www.capital.sp.gov.br/noticia/prefeitura-de-sao-paulo-anuncia-novas-medidas-para-evitar-a-proliferacao-do-covid-19-e-garantir-atendimento-medico



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sábado, 6 de março de 2010

OFICINAS LITERÁRIAS: LER, ENTENDER, INTERPRETAR E CRIAR.

ÔNIBUS-BIBLIOTECA: A MISSÃO.

Texto: João B. A. Neto

Destacamos aqui dois momentos distintos de um Ônibus-Biblioteca: primeiro, na garagem, ele repousa entre iguais, lá no Canindé. Segundo, vai fazer a diferença num outro cenário, chamado de roteiro, no qual ele se torna único como figura central na atividade que desempenha: espalhar, a cada dia, o gosto pela leitura em diferentes locais da cidade... 

Fotos de Maria de Fátima

Pronto: eis o cenário já montado, com o atendente Cícero na primeira mesa. Na outra, um pequeno grupo está confabulando.

A partir desse momento, todos se tornam atores principais de uma mesma história, inclusive o nosso Ônibus. Hoje, quinta-feira, dia 4, ele está no roteiro de Vila Penteado, onde além de empréstimos de livros, revistas etc, haverá oficinas literárias com Adriano Messias e Cristina Carnelós...

O experiente escritor Adriano trouxe uma idéia na cabeça: permitir que os participantes coloquem pra fora, o seu lado ferinha, através de confecção de máscaras. Interessante isso, não?...

Rapidamente, o processo criativo foi iniciado, tendo como base a leitura de livro sobre lobisomens e assombrações. Ai que arrepio me deu!!! As crianças devem ter adorado, afinal elas curtem bem esses assuntos estranhos, sombrios.

Adriano Messias autor de "Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha" orientou, com propriedade, cada ponto do processo criativo. E ninguém melhor que o autor pra falar:

"A leitura foi coletiva. O livro foi manuseado, folheado, decodificado. As imagens chamaram a atenção. E houve trechos preferidos, que despertaram aquela deliciosa curiosidade que envolve e acalenta a leitura prazerosa. Do trabalho com o objeto-livro, como um todo, passamos a conversar sobre os personagens, sobre sua construção e particularidades. (As atividades têm sido frutíferas: há crianças que já estão escrevendo seus livros em casa.)

Do personagem, pulamos à persona: a máscara. Caminho inverso. Busca original: de onde tudo vem. Bendita a Hélade que nos deu tanto! A possibilidade de se criar máscaras semelhantes aos monstrengos e sair por aí colocando pra fora as nossas "brabezas" de forma inofensiva é muito saudável mesmo."

Está aí um bonito trabalho, em que o autor não se preocupa somente com a escritura de seu livro, mas coloca o conteúdo em diferentes ângulos de interpretação, para que seu leitor possa realmente se apropriar do que foi escrito. E nada mais interativo que dialogar com o próprio autor e criar algo, simultaneamente. Essa, é a proposta do Ônibus-Biblioteca!...

O dia de oficina literária em Vila Penteado foi bastante intenso. Não parou por aí. A comunidade contou também com a presença de Cristina Carnelós. Essa talentosa ilustradora é movida pelo trabalho criativo...

Tudo isso é muito nítido em suas palavras: "Trabalhei a criação de roteiros e personagens a partir de recortes de revistas. Nesta atividade a criança recorta rostos (pessoas ou animais) que lhe interessam e cola em folhas brancas.

A partir da colagem desenham corpos e cenários inventando simultaneamente a história e a gênese do personagem. E dou toda liberdade viu, fazem pessoas com 10 braços, pés quadrados, céu verde e amarelo, é uma farra. Ao final eles explicam o "mini conto" uns para os outros".


A pequena da foto, sob orientação de Cristina, já tem a destreza ao movimentar a tesourinha, para dar forma ao que ela pensa, dentro de seu mundinho literário. É muito prazeroso ver o processo criativo, nessa bonita fase de descobertas. Concordam?

Com os mais crescidinhos, não poderia ser diferente. Eles apreciam quando a tarefa nada lembra aquelas aulas sem propósitos, principalmente quando envolve leitura, interpretação, sem nenhum gancho criativo...


Percebam que com a dupla Cris e Adriano a história é diferente: ler, entender, interpretar e criar são verbos de ação aplicados com resultados instantâneos, uma vez que as tais oficinas ocorrem num curto espaço de tempo, porém muito proveitosa. É sinal verde para a criatividade...

É observada grande sinergia entre as oficinas de Adriano e de Cristina. E quem ganha são os autores, estando próximos de seus leitores. Deve ser bastante interessante ver sua obra desconstruída com o propósito de incentivar o ato criativo em alguém.

Foi o que presenciamos aqui, não foi? Fica evidente, também, o entrosamento espontâneo de crianças e adolescentes, diante da possibilidade de criar, criar e criar, bem diferente, bem mais interessante, do tal copiar, recortar e colar. O que acham?

Mais sobre:
Adriano Messias -
http://adrianomessiasescritor.blogspot.com/


Cristina Carnelós -
http://www.freela.com.br/portfolio/13769
http://cristinacarnelos.blogspot.com/


Até a próxima parada!!!
Ônibus-Biblioteca: onde se lê por prazer.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Como (não) formar leitor: opinião de Adriano Messias sobre esse texto de Zeunir Ventura.

LEITURA EM FOCO:

No final de cada postagem, de nosso blog, colocamos a legenda Ônibus-Biblioteca: onde se lê por prazer. É uma simpática maneira encontrada para caracterizar o ambiente descontraído de um ônibus, sem aquela cobrança pelo que foi lido, prática normal em ambiente escolar. E é justamente nos bancos escolares que os autores, considerados clássicos, nos são apresentados ou melhor impostos, o que pode não agradar a muitos leitores iniciantes.

No texto abaixo, Zeunir Ventura discorre sobre essa fase escolar. A seguir, reproduzimos o texto em que o escritor Adriano Messias opina, com muita propriedade, a respeito desse assunto tão recorrente.  O mais interessante nesse confronto de textos é observarmos que os dois se complementam, além, é claro, de colocarem a Leitura em Foco, lugar de onde ela nunca deveria sair, concordam? Vamos aos textos...


OPNIÃO


Como (não) formar leitor

ZUENIR VENTURA

Por que o brasileiro só lê um livro por ano, enquanto o americano e o europeu leem sete, oito vezes mais? Por que existem no país mais de 70 milhões de pessoas que não leem? Há várias respostas para explicar o fenômeno: baixo nível cultural de um povo com 21 milhões de analfabetos, poder aquisitivo insuficiente, falta de hábito, concorrência da televisão e da internet. Esta semana tomei conhecimento de outro fator, que é mais grave do que os outros, pois deveria ser instrumento de atração de leitores e é, ao contrário, de afastamento. Refiro-me ao aprendizado da leitura nas escolas de nível médio.

Um amigo, pai de um aluno do segundo ano, adolescente, mandou-me uma lista dos livros que o filho deverá ler neste semestre. Quem sabe eu não teria um ou outro para emprestar? Não vou citar a relação completa para não entediá-los. Eis alguns: "Senhora" e "Iracema", de José de Alencar; "O cortiço", de Aluisio de Azevedo; "Memórias de um sargento de milícias", de Manoel Antonio de Almeida; "Recordações do escrivão Isaías Caminha", de Lima Barreto; "Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis; "Memórias sentimentais de João Miramar", de Oswald de Andrade (esqueci de perguntar se o curso era de memorialística).

Não vou entrar no mérito de uma seleção que mistura um clássico como "Brás Cubas" com obras de discutível qualidade estética ou literariamente datadas, como "Senhora" e "Iracema". O que eu me pergunto é se a melhor maneira de iniciar um jovem na leitura é forçando-o, por exemplo, a digerir a história de amor da índiazinha virgem dos cabelos negros, se hoje até o ministro Edison Lobão tem os seus "mais negros do que a asa da graúna". Experimente tirar seu filho da frente do computador oferecendo-lhe um texto assim:

"Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do guará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste. A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome."

Antes que me acusem de desprezar estilos e valores de época, esclareço que implico é com essa maneira inadequada de se levar um aluno de 15, 16 anos ao prazer da leitura. Comigo, no ginásio, me fizeram odiar os Lusíadas ao me obrigarem a "análises lógicas" em que eu deveria procurar o sujeito oculto de uma frase, como se fosse um detetive. Só mais tarde, na faculdade, e graças à professora Cleonice Berardinelli, descobri a beleza que havia no magistral épico de Camões. Para o gosto de um jovem de hoje, diante de tantos apelos audiovisuais, não seria mais palatável, como começo de conversa, um Rubem Braga ou um Fernando Sabino?

Texto publicado no Jornal  O Globo, de 10 de fevereiro de 2010.

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Depois de ter lido o texto acima, veja se concorda comigo...

Vou em defesa de "Iracema", "Senhora" e dos outros livros... mas concordo com o raciocínio geral do Zuenir. Sim, acho que os alunos do ensino médio não têm preparo para digerirem, por si mesmos, os livros mencionados. Eles precisam de orientação do professor, de estímulo, de muitos elementos que ajudem a tornar a leitura dos títulos citados uma leitura prazerosa. Do contrário, sairão odiando os autores, a disciplina Literatura (aversão esta bastante comum) e o professor. E, dali em diante, os estragos podem ser irreparáveis: o preconceito contra a literatura nacional pode ser tamanho que jamais ousarão pegar outro de nossos clássicos.

A escola não consegue concorrer com computador, internet, jogos virtuais, cinema em 3D, viagens para o exterior. Isso é verdade (pelo menos para a classe média, média alta e alta). E, ainda por cima, conteúdos são despejados de maneira desconexa sobre os alunos, esperando que eles façam o melhor percurso possível...

Mas daí a desqualificar os livros citados, sobretudo os de José de Alencar, não acho justo. "Senhora" e "Iracema" são excelentes exemplares de dois momentos do grande autor cearense: o romance social urbano e o romance indianista. Há talento refletido em ambas as obras. Há estilo, há pesquisa, há reflexos de uma época. O que não se pode é reduzi-las aos quadros de análise histórica e estilística dos estilos de época - uma forma que engessa toda possibilidade de fruição do prazer da leitura.

Está aí um desafio e tanto aos professores e à escola: o que fazer com a literatura brasileira e como estimular a meninada à leitura...

Adriano Messias - Escritor, tradutor e adaptador. Fez graduação em letras, jornalismo e concluiu mestrado em comunicação. Dentre seus livros voltados para crianças e jovens, estão: A Vaca Fotógrafa (Positivo), Que bicho está no verso? (Positivo), Telefante sem fio (Positivo); Histórias mal-assombradas em volta do fogão de lenha; Histórias mal-assombradas do tempo da escravidão, Histórias mal-assombradas de um espírito da floresta, Histórias mal-assombradas do Caminho Velho de São Paulo (Biruta), O Elefante Infante (da obra de Rudyard Kipling) (Musa), Antes de Colombo chegar/ Antes de la llegada de Colón (Alis), Minha tia faz doce no tacho (Cuca Fresca), 20 Histórias de Bichos do Brasil (Cuca Fresca), O mestre cuca fresca: receitas divertidas para gente feliz (Cuca Fresca). Contatos com o autor podem ser feitos pelo email: adrianoescritor@yahoo.com.br ou pelo blog:


E para conhecer bem mais sobre vida e obra de Zeunir Ventura, jornalista, escritor, autor do genial livro 1968: o ano que não terminou, acesse:


Até a próxima parada!!!
Ônibus-Biblioteca: onde se lê por prazer.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Oficinas Literárias do Ônibus-Biblioteca: interatividade sobre rodas - Parte IV.

O convênio firmado entre Ônibus-Biblioteca e a Liga Brasileira de Editoras - LIBRE, cujo objetivo central é levar diferentes linguagens artísticas aos roteiros de leitura, está cada vez mais atrativo, principalmente quando reúne dois escritores, de linhas produtivas diferentes, em suas oficinas literárias. Nesse caso, ganha o leitor diante de tal diversidade, e a interatividade é o alvo certo...


Exemplos de interatividade: os escritores que realizam as tais "Oficinas Literárias" visam sempre a "participação" e a "produção" em seus encontros, principalmente quando reúnem crianças e adolescentes. Se algum escritor conta uma história, a seguir vem a criatividade em desenhos, fantoches, além de muita brincadeira.

E o mais importante de tudo isso, é que esses profissionais falam sobre o ato de ler, e sobre a importância da leitura na vida de qualquer pessoa. As imagens abaixo dimensionam bem o grau de interatividade entre oficineiros e participantes...
Fotos e texto de João B. A. Neto

Hoje, domingo de mil sois, o Ônibus-Biblioteca se põe a caminho de Vila Penteado, zona norte de São Paulo...


E o motorista de mil sorrisos, Volnei, faz sinal positivo pra Leitura...

Fotos de Maria de Fátima
Aqui, em Vila Penteado, vai acontecer mais Oficinas Literárias. E o dia promete...


O bom e costumeiro atendimento à comunidade, com empréstimos de livros, matriculas, feitos por funcionários do Ônibus-Biblioteca (Cícero, camisa azul. Zezinho, camisa branca), todas as quintas-feiras...


 
E as Oficinas Literárias: atividades de leitura mediadas por escritores dinâmicos  que vão além do contar histórias. Para Adriano Messias, por exemplo, deve haver também o intuito de se criar algo sobre o que se leu, viu e ouviu, em livros interessantes...





 Na oficina de Adriano Messias, crianças e adultos se interagem com a arte, e exibem orgulhosos bonitos produtos dessa arte...

Na sequência desse dia de mil ideias, a ilustradora Cristina Carnelós chega à Vila Penteado para também mostrar sua arte, com mais uma Oficina Literária, visando também a in-te-ra-ti-vi-da-de..

O entrosamento entre criança e arte é mais-que-perfeita...


Sob olhares atentos de Cristina, a garotada  põe as mãos na massa, literalmente...


Ilustradora e crianças de mil sorrisos se mostram felizes com um trabalho bem feito. E com olhar de aprovação da mamãe, ao fundo. Cristina explica o que foi feito: "Trabalhei a criação de roteiros e personagens a partir de recortes de revistas. Nesta atividade a criança recorta rostos (pessoas ou animais) que lhe interessam e cola em folhas brancas. A partir da colagem desenham corpos e cenários inventando simultaneamente a história e a gênese do personagem. E dou toda liberdade viu, fazem pessoas com 10 braços, pés quadrados, céu verde e amarelo, é uma farra. Ao final eles explicam o "mini conto" uns para os outros".



 
O resultado desse belíssimo trabalho é nítido em cada sorriso largo... 


Ver um bebê desses já pegando seu livrinho nas estantes: é um momento mágico pra todos nós.

Ver dois bebês desses frequentando o Ônibus-Biblioteca: é combustível pra trabalharmos + 100 anos!...


São todas essas imagens acima o combustível que mantém as rodas da leitura girando, em todos os roteiros do Ônibus-Biblioteca, que neste 2010 completa 75 anos de idade, sem perder o fôlego literário nem o social...

Mais sobre:



Até a próxima parada!!!
Ônibus-Biblioteca: onde se lê por prazer.

Oficinas Literárias do Ônibus-Biblioteca: interatividade sobre rodas - Parte III.

O convênio firmado entre Ônibus-Biblioteca e a Liga Brasileira de Editoras - LIBRE, cujo objetivo central é levar diferentes linguagens artísticas aos roteiros de leitura, está cada vez mais atrativo, principalmente quando reúne dois escritores, de linhas produtivas diferentes, em suas oficinas literárias. Nesse caso, ganha o leitor diante de tal diversidade, e a interatividade é o alvo certo...


Exemplos de interatividade: os escritores que realizam as tais "Oficinas Literárias" visam sempre a "participação" e a "produção" em seus encontros, principalmente quando reúnem crianças e adolescentes. Se algum escritor conta uma história, a seguir vem a criatividade em desenhos, fantoches, além de muita brincadeira.

E o mais importante de tudo isso, é que esses profissionais falam sobre o ato de ler, e sobre a importância da leitura na vida de qualquer pessoa. As imagens abaixo dimensionam bem o grau de interatividade entre oficineiros e participantes...
Fotos e texto de João B. A. Neto
Antes de chegar ao roteiro de Vila São José, zona sul,
o Ônibus-biblioteca passou por aqui: paisagem paradisíaca, não? Tudo isso fica bem ali,
 beirando a Represa de Guarapiranga, Av. Atlântica...

Coqueiros, beirando a Represa, sob um sol ameno, nos dão o sinal: o dia será perfeito...


Um dia perfeito para soltar a imaginação,
e criar sob a mediação de um bom escritor.
E isso aconteceu no roteiro de Vila São José,
quando Adriano Messias realizou sua oficina literária.
Os pequenos (de laranja: Bianca, 5 anos de idade, e Gabriel, 3, se misturam entre os maiores)...




Logo depois, entra em cena Marta Martins,
outra boa escritora que leva a criança a Brincar de Verdade...

A partir de histórias, Adriano deixa a imaginação fértil dos pequenos correr livremente. O resultado são criações fas-ci-nan-tes, através de colagens e desenhos...


Marta trouxe Rafael: o boneco de suas histórias.
E o garotinho, sem boné, trazido pelo papai Edson,
também se chama Rafael. Pronto, a festa estava feita.
Houve in-te-ra-ti-vi-da-de!!! E muitos sorrisos, também!!!


Em sentido horário, as crianças: Emília, Yuki, Jaqueline e Larissa. Todos
mostraram seus talentos artísticos, na criação de fantoches...


Os porquinhos são resultados de uma ação interativa.
E Layslan e Graziela (de vermelho) admiraram o que criaram.
Escritores, livros, leitura, arte e crianças, criaram "Um dia perfeito"...


Contato com Adriano Messias: http://adrianomessiasescritor.blogspot.com/





Até a próxima parada!!!

Ônibus-Biblioteca: onde se lê por prazer.